28 outubro 2009

A diferença que faz um zero

Uma executiva de uma grande empresa, faz a sua primeira viagem de negócios para o Rio de Janeiro. À noite sentiu-se sozinha e com uma sensação de liberdade que nunca havia sentido antes.

Decidiu chamar uma dessas “empresas de acompanhantes”, cujos folders de propaganda estão nas mesas dos quartos de todos os hotéis nas grandes cidades. Localizou, sem dificuldade, um que oferecia serviço masculino, denominado “ferótico”.

Com o encarte nas mãos molhadas de suor pela expectativa discou o número marcado
- Alô! atendeu uma voz masculina marcadamente sensual.

- Alô. Eu preciso de uma massagem… Não, espera ! Na realidade o que eu quero é SEXO! Uma grande e duradoura sessão de sexo, mas tem de ser agora! Estou falando sério! Quero que dure a noite inteira! Estou disposta a fazer de tudo, participar de todas as fantasias que vocês inventarem. Traga tudo o que tiver de acessórios, algemas, chicotes, dildos, pomadas, vibradores! Vamos começar passando geléia no corpo um do outro, quero que você me grude na parede… estou disposta a fazer de tudo e topo todas as posições: frango assado, rã com câimbra, canguru perneta, folhinha-verde, vaca atolada, saquinho de chá, helicóptero…

Ou tu tens alguma idéia a mais? O que tu achas?!
- Bem, na verdade me parece fantástico. Mas aqui é da portaria do hotel… Para chamadas externas a senhora precisa discar o número zero primeiro!!!…

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